“Em um mercado onde as editoras exploram romances com amor e seres sobrenaturais para atrair o público jovem, chega uma história onde não há nem vampiros, nem anjos, nem zumbis. E muito menos um casal meloso. Jogos Vorazes, da norte-americana Suzanne Collins, conquistou críticos e leitores por fugir do clichê editorial da vez usando uma sociedade futura que sofre com a escassez e a arbitrariedade. Com uma sinopse que promete sangue, violência e morte, é até estranho encontrar no livro, primeiro de uma trilogia, o selo Rocco Jovens Leitores, mas é para esse público mesmo que ele se destina. Uma violência adaptada.”

 

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Então, pessoas! Demorou – não por minha causa -, mas finalmente saiu a resenha de Jogos Vorazes, da Suzanne Collins, pelo selo Jovens Leitores da Rocco. Já que esse primeiro parágrafo não diz muita coisa, o livro conta a história de Katniss, uma jovem de 16 anos que vive em uma sociedade futurista, onde os países tais quais o conhecemos não existem mais. A região onde antes era a América do Norte agora é ocupado por um país dividido em 12 distritos e uma capital abusiva. Os tais jogos do título são na verdade um evento de entretenimento à lá Big Brother. A diferença é que 24 participantes se enfrentam até a morte, e Katniss é uma desses jovens que lutam para sobreviver e poder voltar para casa.

Resumindo a resenha – ou fazendo spoiler dela -, o livro agradou como entretenimento, mas senti falta de algumas coisas. Mas aí é birra minha, porque para ficar do jeito que eu, leitora chata, gostaria, o livro nem seria infantojuvenil. Estranho uma história que fala de violência e arbitrariedade ser voltada para esse público, não é? Justamente por isso o livro acabou agradando. Mas que ele seria muito melhor se fosse para o público adulto, pela questão da ação mais detalhada, aaah seria. Enfim, leiam a resenha!