r.izze.nhas

Resenhas e aleatoriedades literárias.

Menu Close

Category: Aleatoriedades Literárias (page 1 of 6)

Os 10 melhores livros de 2016

Chegou a hora, pessoal. Nunca vamos parar de fazer listas. Precisamos de listas. Precisamos categorizar o que acontece com a gente. Acho que até já perdemos a birra com as listas que reinou no ano passado. Não temos como fugir delas.

Na lista “vida em 2016”, eu colocaria algo como: “começou bom, aí ficou ruim, aí piorou, aí pareceu melhorar um pouco, agora não sei o que tá acontecendo”. Mas uma coisa é certa: 2016 foi um bom ano de leituras. Já começou com um destaque grande para obras escritas por mulheres – e o melhor foi notar que fiz isso inconscientemente, não baseei minhas escolhas em “esse foi escrito por uma mulher e por isso tenho que ler”. E também consegui bater minha meta de leitura no Goodreads (ok, 30 livros, até fácil comparado com aquele ano em que li 92…), pois sabemos como a vida adulta e proletária é difícil, e não é nem uma questão de ter tempo para ler, mas força de vontade mesmo. Considero isso uma vitória.

Depois dessa introdução nada animada, aqui vai a minha listinha de MELHORES LEITURAS DE 2016 (não é melhores lançamentos, é o que li de mais legal nesse ano mesmo).

Read more

Mais uma lista de melhores leituras de 2015 (que ninguém aguenta mais)

Por trabalhar com redes sociais para uma editora, o que mais ando vendo no fim do ano são as listas de melhores livros do bendito ano. E eu não aguento mais tanta lista. Já tem até uma lista das melhores listas de melhores livros (please, stop listas, mas essa é bem legal porque mostra umas estatísticas das listas, como número de autoras mulheres, homens, traduções, brancos, negros que aparecem nelas etc.). Mas se eu não suporto mais ver tanta lista por aí, por que estou fazendo uma? Porque é tradição, porque quero relembrar o que li esse ano, porque o Google adora e vivo recebendo visitas no blog por causa delas (rs).

De acordo com o DATAr.izze.nhas (a página de livros lidos), o número de títulos que eu li vem caindo a cada ano, shame on me. Já cansei de procurar desculpa para justificar isso (ano passado foi a mudança para São Paulo), então vou jogar a real e dizer que às vezes estou tão cansada, mas tão cansada, que só quero deitar no sofá e encarar a parede (ou então assistir novela mesmo). Ou talvez esteja desenvolvendo alguma dificuldade de me manter concentrada em uma coisa só. Mas ainda consegui reunir nove livros que gostei muito mesmo de ler em 2015, entre coisas que comecei no ano passado (beijo, DFW) e até uma releitura. Então, segue a listinha em ordem cronológica de leitura. :)

Read more

Livros que não li mas olho vez ou outra

Vamos falar de livros grandes, bonitos, belíssimos, caros, que você dá o olho da cara para ter mas acaba não lendo de cabo a rabo? VAMOS!

Tem alguns livrinhos aqui na minha estante (ou na pilha de livros a ler) que tenho o maior orgulho de possuir, mas que não fiz aquilo que deveria ter feito com eles: lido. Tenho para isso várias desculpas:

1- não posso sair com eles de casa, pois são grandes e pesados;

2- não quero estragar eles com esse meu manuseio psicótico que tenho com os livros (não que eu me importe com o estado físico dos meus livros, muito pelo contrário, mas esses eu prefiro manter intactos);

3- esses livros não possuem uma narrativa que eu tenha que começar e ir até o final, posso dar uma olhadinha quando der na telha.

É essa terceira desculpa a que eu mais uso. E, realmente, não acredito que esses livros tenham sido feitos para você sentar a bunda no sofá e ler até acabar. São tipo os “livros de mesa de centro”, mais decorativos que literários, com muitas fotos e gravuras e olha que bonitinhas essas imagens *continua passando as páginas sem ler uma palavra*.

Mas por serem livros, acho injusto da minha parte olhar só para as figurinhas, então vez ou outra eu realmente pego eles, abro em uma página aleatória e começo a ler (porque sim, dá pra fazer isso). Então aí vai uma listinha com os livros abra-numa-página-qualquer que eu tenho aqui em casa.

1- David Bowie (Cosac Naify)

Processed with VSCOcam with hb2 preset

Quando vi esse livro maravilhoso do David Bowie na livraria eu abracei ele e não soltei mais. Tão lindo, tão grande, tão pesado, tão laranja… Esse eu com certeza folheei mais de uma vez para ver todas as roupas, fotos, letras etc. de Bowie. E eu nem sou daquelas fãs que sabem todas as letras de cor nem nada. É que é um livro realmente lindão! Valeu a graninha gasta (não, não comprei numa das famosas promoções da Cosac, falha minha, mas é assim que eu “rolo”, na impulsividade). O livro foi feito em parceria com o MIS aqui de São Paulo, que na época do lançamento estava com a exposição do Bowie instalada no museu – que foi linda de ver. Ou seja, é um catálogo bem chique da exposição.

Começa o festival de fotos hipsters de livros com Horácio interessadíssimo no cabelo de Bowie.

2- The Wes Anderson Collection, de Matt Zoller Seitz (ABRAMS)

Processed with VSCOcam with h2 preset

Esse foi um presente de um amigo. Vi pela primeira vez na livraria, claro, e foi paixão instantânea. Nem vi todos os filmes do Anderson, mas os que assisti estão sempre entre os meus favoritos. Também grandão, também em capa dura, o livro traz material inédito e fotos ENORMES de todos os filmes de Wes Anderson – tirando Grande Hotel Budapeste, feito depois desse livro. Tem uma introdução do Michael Chabon, tem a entrevista/conversa de Matt Zoller Seitz com o diretor falando sobre cada filme, detalhes sobre os bastidores, os atores, milhares de ilustrações e referências (toda a parte gráfica do livro é muito fofinha). Enfim, dá vontade de chorar com a beleza do livro. Esse com certeza vai ficar abertão na minha mesa de centro (quando eu tiver uma) que nem aquelas bíblias de vó sempre abertas em alguma ilustração sofrida – só que nesse caso vai estar numa foto de Viagem a Darjeeling.

Falando em Grande Hotel Budapeste: não tem capítulo no livro, mas tem esse vídeo aqui que o Matt fez sobre o filme.

Você abre o livro e dá de cara com isso <3

Você abre o livro e dá de cara com isso <3

Gosto tanto do Wes por causa do Bill Murray ou gosto tanto do Bill Murray por causa do Wes?

Gosto tanto do Wes por causa do Bill Murray ou gosto tanto do Bill Murray por causa do Wes?

É disso que eu tô falando. 

É disso que eu tô falando.

3- Cartas extraordinárias, organizado por Shaun Usher (Companhia das Letras) 

Processed with VSCOcam with f3 preset

Processed with VSCOcam with f3 preset

Abri em uma página aleatória e caí numa carta escrita pelo tio de Chuck Jones – que criou uma pá de personagens clássicos da animação, como Coiote e Papa-Léguas – para ele e seus irmãos depois que o cachorro da família morreu:

“Ontem à noite, recebi um telefonema. ‘É o tio Lynn?’, uma voz perguntou.

‘É’, respondi. ‘É Lynn Martin. E você, é algum sobrinho desconhecido?’

‘Sou o Teddy.’ Ele parecia meio impaciente. ‘Teddy Jones, Teddy Jones, o cachorro residente da Wadsworth Avenue, 115, Ocean Park, Califórnia. É um interurbano.”

Não é fofo? <3

Nesse livro, Usher reúne cartas de pessoas famosas ou apenas cartas curiosas que foi encontrando por aí. São muitas, e várias delas vem com imagens das cartas originais. Shaun Usher reúne essas cartas também no site Letters of Note, que sugiro visitar. Acho que esse é o livro mais legal pra fazer essa de abrir numa página qualquer e ver no que dá. Tem cartas de Albert Einstein, Anaïs Nin, Dostoiévski, Oscar Wilde, Mark Twain e muita gente mais.

Como assim você manda o Elvis pro exército? DON'T TOUCH HIS HAIR, IT'S ART!

Como assim você manda o Elvis pro exército? DON’T TOUCH HIS HAIR, IT’S ART!

Telegrama de 36 escritores americanos pedindo para o presidente Franklin D. Roosevelt cortar as relações dos EUA com a Alemanha nazista. Treta.

Telegrama de 36 escritores americanos pedindo para o presidente Franklin D. Roosevelt cortar as relações dos EUA com a Alemanha nazista. Treta.

4- E se?, de Randall Munroe (Companhia das Letras) 

Processed with VSCOcam with f1 preset

Processed with VSCOcam with f1 preset

Esse não tem capa dura e nem milhares de ilustrações, mas pera lá, isso não significa que ele não seja muito legal. Randall Munroe é o cara que criou as tirinhas do xkcd. Dentro do site, ele tem uma seção chamada “What if?”, onde seus leitores enviam algumas perguntas para que ele responda, com algumas respostas atualizadas e perguntas inéditas agora em livro. Mas não são perguntas normais tipo “Como os meteorologistas fazem suas previsões?”, por exemplo. São umas coisas bem mais… peculiares. Hipotéticas. Absurdas. Tipo “Se todas as pessoas do mundo estivessem no mesmo lugar e pulassem ao mesmo tempo, o que aconteceria com o eixo da Terra?”. Mais ou menos isso. E aí o Randall responde, usa matemática, lógica, ciência, o que precisar para tentar chegar numa resposta mais próxima – ou distante – da realidade. Porque se algo não tem uma explicação, ou é respondido com um simples “Sim”, “Não”, “Todos morreriam” (que é bem recorrente), ele dá um jeito de manipular os fatos e dar uma resposta tão absurda quanto a pergunta. É muito engraçado. E ainda tem os bonequinhos palitos do xkcd.

Vocês não sabem, mas a seca da Cantareira e a falta de água em Sâo Paulo são uma experiência para responder essa pergunta aí.

Vocês não sabem, mas a seca da Cantareira e a falta de água em Sâo Paulo são uma experiência para responder essa pergunta aí.

5- Parisian Cats, de Olivia Snaije e fotos de Nadia Benchallal (Flammarion) 

Processed with VSCOcam with h2 preset

Processed with VSCOcam with h2 preset

Demorou, mas aqui está um livro de gatos. Esse apareceu magicamente na minha mesa lá na firma (cof) e sequestrei ele pra casa (cof cof). O livro é dedicado a 19 gatos que vivem em estabelecimentos como cafés, livrarias, restaurantes etc. em Paris. GATOS. EM. PARIS. Eu não preciso de mais do que isso para ser feliz. E as fotos são maravilhosas, um monte de gato dormindo em alguma estante de livros ou então encarando os clientes com olhar blasé. Gatinhos em vitrines. Gatinhos em janelas. Gatinhos em sofás. Gatinhos everywhere. O mundo precisa de mais gatinhos.

Horácio encantado com Fa-Raon, o gato do Bristol Hotel. Você pode visitá-lo n0 112 da Rue du Faubourg-Saint-Honoré, Paris. 

Horácio encantado com Fa-Raon, o gato do Bristol Hotel. Você pode visitá-lo n0 112 da Rue du Faubourg-Saint-Honoré, Paris.

Ps.: Passei um bom tempo admirando esse Building stories que aparece de figurante aí nas fotos, mas esse juro que vou ler inteirinho. Vou sim. Me cobrem.

As melhores leituras de 2014 (por mim mesma)

Faltam poucos dias para 2014 acabar (poderia colocar o número de dias aqui, mas sou tão ruim com números que poderia errar esse cálculo fácil, então vamos usar o “poucos dias” mesmo), e esse foi um ano bom profissionalmente, pessoalmente, mas fraquíssimo na minha intensidade de leitura – provavelmente por estar tão ocupada com as coisas fora dos livros, né – e também por usar o tempo no ônibus para dormir mais.

Mas vamos lá: foram 27 livros lidos ao todo (sim, só isso), e há ainda quatro em processo de leitura – Graça infinitaque está maravilhoso, O demônio do meio-dia, que interrompi justamente por causa do Graça, mas que também estava ótimo, A balada de Adam Henry, a atual leitura de ônibus (pois né, difícil carregar DFW por aí), e Oblómovque já vou até considerar aqui como “abandonado” porque sei que vou levar eras até pegar ele de novo – tiro da conta o Dom Quixote marcado como “lendo” no Goodreads porque li o primeiro volume no ano retrasado e falta só o segundo, hehe. Read more

Alguns livros

Com a mudança para São Paulo, o trabalho, a vida social (que agora posso considerar ter agora), e eu estar dando muito mais atenção para a televisão (tenho que justificar os R$ 150,00 da NET que venho pagando), não encontro muito tempo para escrever mais resenhas – até o número de livros lidos diminuiu consideravelmente. Mas calma, não estou desistindo do trabalho, só estou mais preguiçosa mesmo. Por isso, vou falar rapidinho de algumas leituras que fiz durante o ano até agora que não ganharam uma resenha própria por “n” motivos – como não saber como falar deles sem uma segunda leitura, ou achar que o texto ficaria muito ruim e preferir nem começar. Então aí vai: Read more

16 livros bons, pois não consegui escolher só 10, muito menos 5

Só porque as listas de bons livros lidos nos anos anteriores sumiram do blog – aquele problema lá que me obrigou a passar horas subindo todas as resenhas novamente -, e porque estou com vontade de fazer uma lista, aqui vai o meu top 16 de melhores leituras do ano. Queria que fosse um top 5, ou no máximo um top 10, mas revendo a lista de livros lidos de 2013 vi que seria impossível fazer uma seleção mais enxuta.

Foi um ano de bons livros, apesar de ter lido menos que o esperado por ter que me dedicar mais ao final do curso de jornalismo e usar boa parte do meu tempo de leitura para isso – aos curiosos, podem me considerar formada. Talvez se eu ainda estivesse no meu ritmo antigo de leitura essa lista fosse maior. Talvez. Mas estou satisfeita com o que li, e principalmente com o que conheci durante esse ano.

E mais satisfeita ainda por ver tantas escritoras mulheres presentes nessa lista. Não sei se foi meu feminismo que cresceu e me fez escolher mais mulheres para ler, ou simplesmente fizeram o certo e deram mais espaço para a mulher publicar em 2013, mas as minhas melhores leituras vieram delas. Antes não pensava tanto nessa questão de gênero, feminino ou masculino, na hora de escolher um livro, mas cada vez mais percebo o quanto é importante que nós estejamos escrevendo e nos lendo, que nossas obras estejam conquistando mais espaço e contribuindo mais para um diálogo igualitário entre homem e mulher. E nós escrevemos bem. Muito bem.

Enfim, aí está a lista que separei em duas partes: os lançados em 2013 aqui no Brasil e os outros (que não são lançamentos ou são novas edições) que também li durante esse ano. A ordem é totalmente aleatória, assim como os comentários.

2013-12-05 11.30.17 1

Faltou Miranda July, pois está emprestada.

Read more

Artigo: Literatura do jovem suicida

Vamos dizer que é compreensível que uma pessoa que tenha passado por um grande trauma se mate. Por grande trauma quero dizer: ter vivido um momento de violação física e psicológica infringido por outros, nela mesma ou vista por ela em algum momento, que seja tão horrível e impraticável que lhe abre uma ferida que não é capaz de cicatrizar. Uma ferida que faz da morte uma opção preferível à superação ou convivência com as marcas e memórias. Não é que se espere que essa pessoa tire sua vida, apenas que é possível entender seus motivos – um abuso físico, um bullying, uma perda inconformada, um sentimento de abandono e solidão. As pessoas guardam em si coisas que lhe são caras, e a sua perda é irreparável ou impossível de se conformar em vida.

Ultimamente, o tema do suicídio tem ocupado bastante espaço entre os meus interesses curiosos. Parece que a cada semana são mais recorrentes as notícias sobre alguma pessoa, geralmente jovem, que opta por essa porta de saída do mundo. Não parece, acontece. Só não vemos isso ser muito alardeado por aí – uma convenção jornalística que até hoje nenhum professor foi capaz de me explicar muito bem. Como exemplo, cito duas garotas estupradas por um grupo de pessoas, uma na Índia e outra no Brasil, que não encontraram apoio e ajuda para lidar com essa brutalidade. Muito menos justiça. Preferiram morrer. E o jovem Aaron Swartz, que estava sendo acusado em milhões de dólares por compartilhar arquivos sob direitos autorais na internet, sem poder, caso a acusação fosse confirmada, pagar pelo “crime” de distribuir esse material livremente e sem cobrar por ele. Também escolheu encurtar sua vida. Segundo o Ministério da Saúde e OMS, estima-se que no Brasil aconteçam 24 suicídios por dia – mas o número de tentativas frustradas é ainda maior.

Leia o artigo completo no Posfácio.

r.izze.nhas completa 2 aninhos!

YAY, aniversário! Hoje o r.izze.nhas comemora dois anos de atividade. Dois anos postando resenhas todas as semanas, praticamente sem folga, comentando cada livro que li – okay, alguns ficaram de fora. Mas enfim, dois anos escrevendo para quem estiver disposto a ler o que eu pensei sobre os livros que li desde 2009. Desculpa pela falta de comemoração melhor, simplesmente não consegui parar e pensar em algum presente para o leitor, até porque cada visita que o blog recebe, cada comentário, é um presente pra mim. Assim, queria retribuir, mas infelizmente não consegui fazer isso agora. Desculpa mesmo.

Mas se serve como consolo (NÃO!), esse blog, asssim como os outros sites para os quais colaboro – Meia Palavra e Amálgama – é uma das poucas coisas que eu realmente gosto de fazer. Não me importo nem um pouco de me enfurnar em casa no fim de semana para terminar um livro ou texto. Nem de ficar acordada até tarde para adiantar a leitura. É uma atividade que vem me dando muito prazer, realmente. Foi assim que, durante esses dois anos, foram publicados 257 posts, a maioria resenhas, que tiveram 1050 comentários. É bastante coisa, e é muito legal. Read more

Então, por que eu gosto de ler livros?

Já falei antes sobre como/onde leio, uma espécie de post explicativo para quem sempre me perguntava como consigo ler tantos livros. E olha que tem gente que lê mais! Agora que o Alessandro Martins, do Livros e Afins, propôs uma “blogagem coletiva” para responder à pergunta “por que eu gosto de ler livros?” eu resolvi responder. Mas antes disso, eu mesma tive que parar para pensar por quê eu leio livros. Por que não assisto filmes, séries, novelas ou jogo World of Warcraft (pra esse último dizem que a resposta é “ter uma vida”)? Read more

A literatura na última década

O programa Espaço Aberto, da GloboNews, dedicou uma edição somente sobre o tema literatura. E o assunto tratado foram as mudanças no cenário na primeira década do século XXI: o que melhorou, que escritores surgiram, que movimentos conquistaram os leitores e os melhores livros publicados nesses 10 últimos anos. Não tenho tanto tempo assim de leitura (não assídua do jeito que sou agora), então meus comentários sobre o que foi dito no programa não devem ser muito relevantes, mas gosto de fazer esse exercício de refletir sobre o que está sendo feito no mercado editorial. E, claro, compartilhar o programa aqui, já que o assunto é de extrema relevância. Read more