Leitura da Semana: Nunca o Nome do Menino

Coloquei uma só coisa como título, mas na verdade acabei de adicionar um terceiro item na Leitura da Semana. Ainda estou lutando com Os Elementos do Jornalismo, de Bill Kovach e Tom Rosenstiel. Aliás, tenho que terminar esse até as 19h30 de AMANHÃ! Mas vou conseguir…

E hoje comprei a segunda edição da revista Billboard Brasil. Fiquei sabendo da chegada desse monstro editorial (centenária já) pelo meu professor de Planejamento Gráfico, e vi hoje na banca e não pude resistir. Só R$ 8,90 por uma revista desse porte!

Como Os Elementos do Jornalismo é leitura exigida pela faculdade e a Billboard é revista, não literatura, darei detalhes de Nunca o Nome do Menino, de Estevão Azevedo, publicado pela Editora Terceiro Nome. To a semanas lendo ele, mas tive que paralisar diversas vezes por conta de outros assuntos (trabalhos, resenhas de última hora…), justamente num livro meio complicado como esse.

O enredo é o seguinte: uma mulher descobre que toda a sua vida faz parte de um livro, que todos os seus atos não foram frutos de sua livre e espontânea vontade, mas sim de um autor. Indignada, ela tenta se desprender dele, fazê-lo fracassar na narração, tirando todo e qualquer interesse literário que possa haver nela. Enquanto narra seus dias atuais, ela relembra momentos da adolescência em que conviveu com “o menino”, seu primeiro namorado.

Digo por enquanto que é um livro difícil de começar, mas se pega o jeito. As falas são corridas, não há pontos, só virgulas. Os paragrafos são longos e cansativos, mas não o bastante para fazer desistir da leitura. A história é bem interessante, e melhora principalmente quando o menino entra na trama. Aí tudo parece mais alcançável.

Cheguei exatamente na metade do livro, e estou bastante curiosa pelo final, principalmente pra ver a relação que será feita entre seu presente e passado.