Leitura da Semana: Juliet, Nua e Crua

Na verdade, é a continuação de um livro que comecei semana passada e estou quase terminando. Estou lendo meu primeiro Nick Hornby, que é o último lançamento dele, pela editora Rocco: Juliet, Nua e Crua. Eu sei da boa fama do autor, e infelizmente não li (nem assisti) aquele que parece ser o mais famoso dele, Alta Fidelidade. Na verdade,  a minha vontade de assistir é mais pelo John Cusak. Enfim, pelas resenhas que já li, Juliet, Nua e Crua não foge do estilo de outros de seus livros, o que faz alguns pensarem que é mais do mesmo, e outros de que o cara é realmente muito bom. Como não li nada dele antes, to achando muito bom.

Juliet não é uma mulher, mas um CD. A trama gira em torno de Duncan, um professor universitário aficcionado por um cantor dos anos 80, Tucker Crowe, que do nada resolveu parar com a carreira e se isolar. Sua companheira, Annie, tem que aturar toda essa “paixão” que ele sente por Tucker, mas quando é lançado uma versão crua do CD mais famoso dele (a Juliet), a relação muda. Ao escrever uma resenha sobre o CD, Annie começa a se corresponder com o próprio Crowe, enquanto se vê desperdiçando sua vida ao lado de Duncan.

Eu estou gostando muito da forma de Hornby narrar: é simples, com alguns rodeios acerca dos pensamentos de suas personagens, mas que não se perde no fluxo narrativo. Ele caracteriza muito bem as personagens, e de imediato já formamos uma opinião sobre elas que se mantém pelo resto do livro. Ele faz de uma história que tem tudo para ser monótona algo interessante.

A resenha de Juliet, Nua e Crua vai sair logo logo no Ambrosia!