Leitura da Semana: O Único Final Feliz para um História de Amor é um Acidente

Baita título, não? O mais novo livro de J. P. Cuenca, lançado na FLIP pela Companhia das Letras é a Leitura da Semana. Estava crente que não daria tempo de ler algo para publicar essa semana, já que Na África Selvagem vai ser resenhado para o Amálgama. Mas não é que já li metade só ontem à tarde?

O Único Final Feliz para uma História de Amor é um Acidente (vou abreviar isso ainda) conta a história de um jovem executivo japonês, Shunsuke Okuda, apaixonado por uma garçonete polonesa/romena. O problema é que a garota gosta mesmo é de uma das dançarinas da boate onde trabalha. Enquanto narra esse relacionamento, Cuenca também fala da obsessão do pai de Shunsuke, um poeta recluso, pelo filho, vigiando intensamente sua vida amorosa. Apesar de considerar a história meio estranha, estou gostando justamente por ela ser assim, meio difusa, um romance nada romântico com um pouco de bizarrice.

Há vários narradores no livro,  cada um com suas próprias características, e os capítulos curtos fazem a leitura passar realmente rápida. O livro não é longo, mas eu esperava demorar mais. Logo, a leitura está boa! Ah, e eu ainda tenho que criar vergonha na cara e terminar logo Crime e Castigo, que não pego há duas semanas. Quero terminar logo para começar Madame Bovary, ainda mais se ele vencer a votação para próximo livro do Clube de Leitura do Meia Palavra.

Então é isso! Boa leitura pra vocês!