Há semanas tem uma pergunta no meu Curious Cat que deixei lá sem resposta. “Qual o melhor livro que já leu?”

É uma pergunta que qualquer pessoa que lê vai receber um dia. Se é alguém que lê e está na internet, vai receber umas 5 vezes por ano, para chutar baixo. 

Durante um tempo havia uma resposta que eu usava sempre, e muita gente também: essa é uma pergunta impossível. São muitos os livros, cada um bom na sua proposta. Cada um me tocou de uma forma diferente. 

#publi

Uma pergunta recorrente que recebo é como enviar livros para editoras e ser publicado. Sem dúvida, todo autor estreante quer ver seu livro nas livrarias, mas a verdade é que isso não é fácil de conseguir. Muitos autores novos não sabem como abordar uma editora, mandando, por exemplo  obras de um gênero para casas editoriais com uma linha de publicação totalmente diferente. 

A pergunta que sempre me fazem, seja aqui no blog, na newsletter, no Curious Cat, whatever, é qual é o meu livro favorito. Já fiz várias listas e pensei em várias obras que poderiam entrar ou sair delas, pois realmente não é fácil escolher. Faço uma lista mesmo pela impossibilidade de escolher O Favorito: há muitas histórias que amo, e cada uma tem aquele elemento particular que a torna diferente da outra, e não sou capaz de eleger só um.

Livros demais! é um livrinho de Gabriel Zaid que a Diana me emprestou logo quando a gente se conheceu (lá em 2010? 2011?). Ela me mandou pelos correios e eu, gente boa que sou, devolvi pelos correios, e desde então a considero a melhor pessoa do mundo por mandar um livro pra uma total desconhecida nos confins do sul. Vi Diana emprestar esse livro pra várias pessoas depois, e entendo por que ela faz isso, ainda mais pra quem é todo empolgadão ao começar a trabalhar com livros. Existem. Livros. Demais. E isso é bem frustrante.