Sim, bolsa, e não livro. Tudo começou com esse post no blog da L&PM: Natalie Portman usando um livro/bolsa na estreia de Cisne Negro. O maior charme, muito glamour, um objeto que uma pessoa amante de livros (e de bolsas) amou na hora – oi. Mas daí é difícil conseguir um desses, até porque pagar uns mil euros está totalmente fora de cogitação. Então a Diana falou no Twitter que tinha comprado uma bolsa nesse estilo no site Etsy, que pelo que entendi é um lugar onde pessoas vendem as coisinhas que fazem. Porém, a vendedora com quem ela comprou não fazia mais, então fiquei fuçando a lista de bolsas, que são muito fofas. Até que cheguei nessas aqui.

Tinha largado totalmente essa (pequena, possessiva e materialista) sessão do blog, mais eis que a Feanari, lá do Blablabla Aleatório, fez com que eu me lembrasse de um grande desejo meu: a série As Aventuras de Sharpe, de Bernard Cornwell. Mas esse não é um desejo simples. A série que narra batalhas das Guerras Napoleônicas na visão do militar Richard Sharpe tem, digamos, um número considerável de exemplares. E não é só os que já foram publicados aqui no Brasil que eu quero. Aí fica complicado.

As capas agradaram a poucos, mas sem dúvida a Coleção Douglas Adams é um ótimo pedido. Lançado pela Sextante há algum tempo, o box traz todos os cinco livros do autor que encantaram leitores do mundo todo: O Guia do Mochileiro das Galáxias; O Restaurante no Fim do Universo; A Vida, o Universo e Tudo Mais; Até Mais e Obrigado pelos Peixes! e Praticamente Inofensiva. Considero essa série, ao lado de Belas Maldições, do Neil Gaiman e Terry Pratchett, uma das melhores obras de humor e, claro, crítica ao modo de viver.