Comemorando a data cada vez mais próxima da estreia do novo filme da saga Crepúsculo nos cinemas, a editora Intrínseca lançou uma nova edição do livro Eclipse, com capa referente ao longa. Como só havia lido Crepúsculo, e recentemente A Breve Segunda Vida de Bree Tanner, Eclipse é novidade. Mas até certo ponto, porque assim como o primeiro livro – e provavelmente como o segundo, Lua NovaStephenie Meyer não muda sua forma de narrar: se arrasta em centenas de páginas sem relevância e bota toda a ação no final.

Jovens escritores sempre pipocaram na literatura, mas não é fácil encontrar um que seja realmente bom. Christopher Paolini, que escreveu Eragon aos 15 anos de idade, deixou a desejar, e é assim com a maioria dos adolescentes que tiveram algum livro publicado. Acabam merecendo crédito apenas por terem escrito algo em plena juventude, e só. Mas com Nick McDonell foi diferente. Aos 17 anos, durante suas férias de verão, escreveu Doze, seu livro de estréia, publicado aqui pela Geração Editorial. O livro foi muito bem aceito pela crítica, que o considerou O Apanhador no Campo de Centeio da atualidade.

crepusculoTodos têm que ter uma opinião sobre best-sellers, por mais tardia que seja. E para ter uma opinião sobre certa coisa, é necessário conhecê-la, por isso resolvi ler Crepúsculo, de Stephenie Meyer. As críticas sobre a criação da autora são muitas. Os fãs rechaçam os que falam mal dos livros, os que falam mal desprezam os fãs. Há exceções, claro, mas falo do comportamento mais freqüente. Todo esse frenesi em cima da série Twilight me deixou muito curiosa, e eu não gosto de ficar nesse estado por muito tempo. Queria logo saber se o livro era aquela grande porcaria como alguns diziam, ou se era a obra mais maravilhosa de todos os tempos. Consegui o livro por um preço que não me deixaria frustrada caso não gostasse dele, e comecei logo a leitura.