Finalmente ficou pronta a segunda edição da Revista Medulla! O projetinho iniciado pelo André HP para reunir em uma revista online conteúdos de blogs bacanas está indo muito bem, obrigada. Nessa edição, o que entrou do r.izze.nhas foi a resenha de Crime e Castigo, de Fiodor Dostoiévski. Mas ainda tem uma antologia poética, lista de maconheiros da ficção e outras coisas bacanudas. Olha só aí.

O ato de contar para uma pessoa o que acontece em uma história é um dos mais rechaçados pelos amantes de livros, filmes e séries. O tal spoiler, quando invade uma conversa, pode destruir amizades. O sentimento que ronda o ambiente, depois cometida tal gafe, é a indignação. Exagero? Eu acho, em certos momentos. Não me importo em saber o final de uma história. Às vezes, saber como termina um livro me deixa mais interessada ainda em lê-lo. Afinal, na maioria dos casos, não é o último ato que consagra o livro. É o desenvolvimento da trama. Mas concordo com aqueles que exigem respeito quanto a querer ou não ouvir antecipadamente desfechos das histórias.

Lembram da Revista Medulla? Já se passaram dois meses desde que a edição de estreia (a #00) foi para o ar. Para quem não sabe, a revista foi idealizada pelo André HP, do Formigueiro Comunista, para reunir os conteúdos mais interessantes de diversos blogs em uma revista digital. A intenção? Propagar informação e apresentar novas páginas aos leitores dos blogs que participam desse projeto. Veja quais são os assuntos da edição #01!

Depois que a internet invadiu o cotidiano brasileiro, principalmente através das mídias sociais, as empresas não puderam ignorar esse fenômeno. Toda organização já tem o seu blog, ou pelo menos a maioria tem, pois essa é a forma mais “primitiva” de propagar conteúdo gratuíto sem muitas formalidades, e é tão eficaz quanto os mais recentes Twitter e Facebook. Mas nesse momento tão “virtual”, são poucas as editoras que fazem uso dos blogs para proporcionar aos seus leitores ainda mais informações sobre livros e autores que publica. Felizmente, isso está mudando.

Ontem uma notícia indignou blogueiros de todas as áreas, e principalmente das que tratam de literatura.  Denise Bottmann, tradutora  e autora do blog Não Gosto de Plágio, foi processada pela editora Landmark por apresentar indícios de que houve plagio de tradução em um de seus livros. Eu vi a notícia primeiro no Livros e Afins, e logo ela se espalhou por diversos outros blogs que apoiam a iniciativa da blogueira.