Na rotina frenética de Tokyo, um submarino percorre os subterrâneos da cidade em busca de imagens de um jovem executivo. Ele está ao lado de uma loira alta de olhos azuis, facilmente reconhecível por ser ocidental. O submarino filma, grava e envia imagens para a Sala do Periscópio, onde um velho poeta vê as relações de seu filho, acompanhado sempre de sua boneca de última geração nomeada Yoshiko. O jovem, chamado Shunsuke, dispensa novas mulheres e toda a sua vida para estar perto de Iulana Romiszowska, a polonesa-romena que trabalha como garçonete em um “inferninho” da capital japonesa.

Se há na literatura tantas boas histórias que figuram no meio fantástico, por que não contar uma que fale justamente de onde vem essas histórias? Qual a origem da inspiração para que autores e trovadores inventem casos tão interessantes para ler e ouvir? Pode-se tratar apenas de uma imaginação aguçada, ou talvez de uma segunda lua que gira em velocidade descomunal em volta da Terra, abastecendo-a com a água do Mar de Histórias, de onde vem todos os contos do mundo.

Depois que a internet invadiu o cotidiano brasileiro, principalmente através das mídias sociais, as empresas não puderam ignorar esse fenômeno. Toda organização já tem o seu blog, ou pelo menos a maioria tem, pois essa é a forma mais “primitiva” de propagar conteúdo gratuíto sem muitas formalidades, e é tão eficaz quanto os mais recentes Twitter e Facebook. Mas nesse momento tão “virtual”, são poucas as editoras que fazem uso dos blogs para proporcionar aos seus leitores ainda mais informações sobre livros e autores que publica. Felizmente, isso está mudando.