Rachel Chu, professora de economia, namora há dois anos Nick Young, professor de história. Ela nasceu na China e se mudou quando criança para os EUA, ele nasceu e cresceu em Cingapura, e ambos não gostavam da ideia de serem apresentados a possíveis pretendentes só porque eram asiáticos. Contudo, indo contra essa própria regra pessoal, os dois estão completamente apaixonados, e Nick convidou a namorada para acompanhá-lo no casamento de seu melhor amigo em sua terra natal. Só tem um pequeno detalhe sobre sua vida que ele nunca contou a Rachel: a sua família é podre de rica, umas das mais endinheiradas de Cingapura –um lugar que abriga muitos endinheirados.

A Grã-Bretenha tem uma das maiores lendas de guerreiros e reis, e uma história farta de grandes batalhas que consagraram a literatura com as mais incríveis personagens. Infelizmente, a maior de todas essas pessoas é aquela sobre a qual menos sabemos. Incluindo a incerteza sobre sua existência. Trata-se do rei Artur, um homem que trouxe a paz na Grã-Bretanha através do seu bom caráter e da ajuda dos deuses pagãos. Suas narrativas apresentam um ambiente repleto de magia, e conforme o autor, pessoas presentes em sua vida são mais ou menos importantes.

Finalmente o Natal chegou. E o fim de ano. E o feriadão. E a festança. Mas nunca, nunquinha, vou tirar férias das minhas leituras, e no Natal e Ano Novo vão ser recheados de livros. Assim espero. Até porque, estarei sem internet e alguns dias sem celular, lá por Santa Catarina. Vou ter que me entreter de algum jeito, né?

Para entrar no clima feliz do Natal, escolhi um romance pra esquecer dos dias de aula e trabalho. O Rei do Inverno, de Bernard Cornwell (Record), foi o eleito. Mais de 500 páginas para me desligar de vez da vidinha profissional. Para quem não sabe, ele é o primeiro livro das Crônicas de Artur e, obviamente, é sobre o mais famoso rei da Inglaterra.