Julho é um mês bem especial, pelo menos para mim. É um mês frio, perfeito para ficar em casa enrolada em um cobertor lendo um livro. E é o mês em que nasci. Então, para comemorar meu aniversário, que é no dia 25, vou dar uma de hobbit: ao invés de receber presentes, vou dá-los! Claro que não tenho condições de fazer uma festa à lá Bilbo Bolseiro e presentear todos os leitores, infelizmente. Mas um pouco dá para fazer. Então, durante o mês de julho, o blog r.izze.nhas sorteia um livro por semana!

Enquanto todos os fãs de Stephenie Meyer aguardavam por alguma notícia sobre o último capítulo da saga Crepúsculo, eis que surge uma novidade: o livro ainda não será lançado. Porém, os leitores foram agraciados com uma história paralela da do vampiro Edward e da humana Bella. Trata-se de A Breve Segunda Vida de Bree Tanner, uma visão renovada da derradeira batalha entre os Cullen e o exército de Victoria em sua vingança contra a “humana de estimação” do clã de vampiros de Fork.

Soluço Spantosicus Strondus III é um grande herói viking, realizador de grandes feitos e uma autoridade quando o assunto são dragões. Só que ele nem sempre foi assim. Antes disso, Soluço não passava de um rapaz mirrado, meio covarde e com uma pitada de nerd. Entre os 10 e 13 anos de idade, ele e seus amigos da tribo Hooligans Cabeludos e Cabeças-ocas estão se preparando para a prova final que os tornarão heróis. Entre as tarefas que devem realizar, esta a de capturar um dragão filhote e treiná-lo. Porém, eles são criaturas difíceis de lidar, e o medo de Soluço em enfrentar desafios o faz ficar ainda mais inseguro quanto seu futuro. Porque aqueles que não conseguirem realizar tal façanha são exilados das tribos.

Uma linda jovem na escola se apaixona pelo cara mais bonito e misterioso. O amor entre os dois cresce, os consome e um se torna a coisa mais importante para o outro. Ela é uma humana, e ele um vampiro. Não importam os segredos e as privações que ambos terão de passar. O amor é maior que tudo isso. Já ouvimos essa história antes, não? Já, e alguns até estão cansados dela. Mas essa é diferente. Pelo menos melhor que aquela que imaginamos primeiro.

Segundo Umberto Eco, sim. “O livro, para mim, é como uma colher, um machado, uma tesoura, esse tipo de objeto que, uma vez inventado, não muda jamais”, diz o autor italiano. E concordo com ele. Em recente entrevista para o caderno Sabático, de O Estado de S. Paulo, Eco falou sobre as novas tecnologias digitais que podem mudar a forma de ler. Junto com Jean-Claude Carrière, o autor escreveu Não contem com o fim do livro, falando sobre a durabilidade do livro, sua importância.

Há um tempinho, lá no fórum Meia Palavra a Mi Muller (sorry, não acho a trema no teclado do note =B) abriu um tópico sobre Ex Libris. E eu, na minha curiosidade, entrei pra ver do que se tratava, porque  não fazia ideia do que era isso. Se alguém por acaso não sabe o que é também, aqui vai uma explicação arrancada do blog Bibliophile, da Mi:

Ex libris é uma expressão latina que significa literalmente dos livros empregada para determinar a propriedade de um livro. Portanto, ex libris é um complemento circunstancial de origem (ex + caso ablativo) que indica que tal livro é “propriedade de” ou “da biblioteca de”.