fiuzaAo ler um jornal ou ver um noticiário na TV, sempre nos indignamos quando a notícia se trata de um bandido que não recebeu a pena que merecia. A visão que temos deles são de pessoas preguiçosas, que vivem às custas dos outros e só se aproveitam dos nossos ganhos, roubando ou enganando. Provavelmente, foi esse o sentimento de muitas pessoas em 1995, no Rio de Janeiro, acerca da prisão de João Guilherme Estrella. Porém, se essas pessoas lerem Meu nome não é Johnny, do jornalista Guilherme Fiuza, essa opinião mudará drasticamente.