Deixei o Dia do Livro passar, o Dia do Bibliotecário também, mas o Dia da Toalha não dá! Esse vou ter que comemorar e divulgar aqui no blog, senão eu não poderia ser considerada uma fã de Douglas Adams que preste. Mas que raio de dia é esse? Dia 25 de maio é a data do falecimento do autor inglês. Seus fãs, qurendo homenageá-lo, estipularam a data como dia especial para lembrar Adams e sua obra, e queriam um nome para o dia que fizesse jus ao humor fino do autor. Aí surgiu o Dia da Toalha.

Na rica e exuberante Monte Carlo, na província de Mônaco, o número de policiais nas ruas é maior que o número de crimes. Toda essa paz que envolve a cidade se esvai de um dia para o outro, depois de uma ligação feita para o programa mais ouvido da rádio local. Um e nenhum, ou Ninguém, compartilha com Jean-Loup, o DJ da rádio, sua angústia, e diz também o que faz para se livrar dela. Ele Mata. Uma música toca e a ligação se encerra. E então ele pasa a matar, deixando sempre uma pista através da música.