O homem reverencia a guerra. Embora desfrute dos tempos de paz, quando o assunto são combates, lutas e armas, o homem se sente atraído por sua força de destruição. Na literatura histórica, são as guerras que fornecem a maior parte do material narrativo, por serem acontecimentos que mudaram o mundo, afetaram países e milhões de vidas. Exemplo maior desse estilo é Bernard Cornwell, autor de mais de 40 livros que reconstituem fatos da História alinhando-os à ficção. Tomando o mesmo rumo, também temos Conn Iggulden, que se consagrou com a série O Imperador e esteve este ano no Brasil para a Bienal do Livro de São Paulo. Mas não foi nessa série, ainda inédita para mim, que vi esse fascínio pela guerra. Foi em O Conquistador, trilogia que conta a vida deGêngis Kahn, líder que uniu as tribos da Mongólia.