Segundo Umberto Eco, sim. “O livro, para mim, é como uma colher, um machado, uma tesoura, esse tipo de objeto que, uma vez inventado, não muda jamais”, diz o autor italiano. E concordo com ele. Em recente entrevista para o caderno Sabático, de O Estado de S. Paulo, Eco falou sobre as novas tecnologias digitais que podem mudar a forma de ler. Junto com Jean-Claude Carrière, o autor escreveu Não contem com o fim do livro, falando sobre a durabilidade do livro, sua importância.