Meu primeiro contato com Siri Hustvedt foi com o livro O mundo em chamas, uma trama feita de retalhos que contava a história de uma artista plástica e seu experimento sobre como o mercado da arte, a mídia e o público recebem de formas diferentes o que é produzido por uma mulher e o que é produzido por um homem. Com digressões sobre a arte em si, sobre neurologia e psicologia, O mundo em chamas se tornou um dos meus livros favoritos. Mas quando fui ler outras obras da autora, como Os encantamentos de Lili Dahl e O verão sem homens, o furor que senti com seu romance mais recente não veio.