Ser um thriller já é meio caminho andado para um livro despertar interesse. Pessoas gostam de ler sobre serial killers, investigações que mechem com sua cabeça, que desafiam seu senso de antecipar movimentos. Particularmente, thrillers são os primeiros livros que chamam a atenção na prateleira, por presumirem histórias impossíveis de largar e fáceis de terminar. Assim parecia ser Desaparecidas, de Chris Mooney, mas não foi esse o seu efeito.

Parece que vai demorar até eu voltar a ler O Azul do Filho Morto. Na semana passada meu estoque de livros foi restabelecido, e apareceu muita coisa interessante que pretendo ler antes de continuar o livro de Marcelo Mirisola. Fazer o que, ele não me conquistou. No fim de semana terminei Cotoco, e a resenha sai nessa quinta-feira. Logo em seguida comecei o lançamento da Suma de Letras para resenhar no Amálgama: Desaparecidas, de Chris Mooney.

Existem temas que cativam leitores de todos os estilos, envolvendo em narrativas que encantam ao mesmo tempo em que assustam. Ou será que o encanto vem justamente dos sustos? Estou falando das histórias de fantasmas. O relato de alguma aparição, pelo menos, todo mundo já ouviu, esse é tema recorrente em rodas de conversas. Fantasmas prendem até aqueles que dizem não gostar do assunto, contribuindo para que as histórias sejam tão propagadas e ouvidas. Agora, adoradores do sobrenatural conseguiram uma boa fonte de “causos” fantasmagóricos: O grande livro de histórias de fantasmas.